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Figueira (Praça da)
Praça da Figueira antes da demolição do Mercado, Eduardo Portugal, Ant 1949, Arquivo Municipal de Lisboa, AFML - B094416
Praça da Figueira antes da demolição do Mercado, Eduardo Portugal, Ant 1949, Arquivo Municipal de Lisboa, AFML - B094416

Praça da Figueira

Nasceu em 1755, no terreno das ruínas do Hospital de Todos os Santos, impondo-se como mercado central e destinado à venda de frutas e legumes. Passou entretanto por vários nomes: Horta do Hospital, Praça das Ervas, Praça Nova e Praça da Figueira. De um local de bancadas diárias passou a praça fixa, com barracas arrumadas e um poço próprio.

Ao longo dos tempos, foi sofrendo algumas alterações consoante as necessidades da população. Assim, em 1835, é arborizada e iluminada, em 1849 foi-lhe colocada uma cerca gradeada, coberta e com 8 portas e em 1882 foi aprovado o projecto da nova praça, que consistia num edifício rectangular, com estrutura metálica e ocupando uma área de quase 8 mil metros quadrados.

Da venda de fruta e legumes, passou-se à transacção de outros produtos alimentícios necessários à população, fazendo da baixa lisboeta um local com um constante fervilhar de vida.

Desde logo, a praça tornou-se um dos emblemas de Lisboa, quer pela sua construção, quer pela sua localização no centro da cidade, quer ainda pela realização de verdadeiros arraiais por altura dos santos populares, transformando-a num verdadeiro teatro.

Em 1947, a vereação da altura decidiu o fim da praça, prevendo o alargamento da rede viária de Lisboa, que incluía a demolição do Socorro e zona baixa da Mouraria como forma de escoamento de trânsito, aproximando a cidade de Lisboa aos padrões europeus. Em 1949 festeja-se o último Stº António, procedendo-se de seguida - a 30 de Junho - à demolição do edifício. 1968 é o ano da assinatura do contrato para a construção da estátua equestre de D. João I.
Freguesias: Santa Justa; São Nicolau
Bibliografia
CARNEIRO, Luís Miguel e Ilharco, Simões, Confeitaria Nacional, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 2001.
CASTILHO, Júlio de, Lisboa antiga: bairros orientais, I, III, X volumes. Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, (1937- 1939).
CASTILHO, Júlio de, Lisboa antiga: o Bairro Alto, V volume, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1954 - 1966, p. 201, 263.


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