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São Sebastião (Elevador de )
LAGRANGE, José – Os desaparecidos ascensores e elevadores de Lisboa. Lisboa Carris. S. II, Ano II, n.º 7 (Jan. /Mar. 1996). ISSN 870-676X. (Clique para ampliar)
LAGRANGE, José – Os desaparecidos ascensores e elevadores de Lisboa. Lisboa Carris. S. II, Ano II, n.º 7 (Jan. /Mar. 1996). ISSN 870-676X. (Clique para ampliar)

Localização
Rossio – São Sebastião
Freguesia: São José, São Sebastião da Pedreira

Data
Inauguração a 15 de Janeiro de 1899

Este era um elevador do género dos elevadores da Estrela e da Graça. Foi construído por duas concessionárias de transportes públicos, a Companhia Urbana de Viação a Vapor, fundada em 1888 e a Companhia Funicular Portuguesa, de 1896, que se fundiu com a Companhia Urbana de Viação a Vapor, terminando a obra da linha, sendo a sua arrendatária e exploradora durante vinte anos. As obras de construção deste elevador estiveram durante muito tempo suspensas, vendo-se o material empilhado na Rua de Santa Marta. A montagem desta linha orçou em 400 contos. Foi inaugurado em 15 de Janeiro de 1899, ocorrendo grandes festejos com foguetes, bandas de música e bodo para duzentos pobres no Largo de São Sebastião. Este elevador contemplava os arrabaldes e facilitava o acesso ao Jardim Zoológico, à data localizado em Palhavã. O seu troço iniciava-se no Largo de São Domingos, perto do Teatro Nacional Dona Maria II, indo pela Rua das Portas de Santo Antão, Largo da Anunciada, Rua de São José, Rua de Santa Marta, Largo do Andaluz, terminando no Largo de São Sebastião. A sua linha tinha a extensão de 2900 metros. O horário de funcionamento deste elevador era das 6h30m e a 0h00m. Até às 12h00m, permitia o transporte de bicicletas na plataforma traseira dos carros, pagando-se por isso 1 tostão. Funcionava através de tracção por cabo. As máquinas e caldeiras deste elevador localizavam-se na Estrada de Palhavã, no local onde outrora fora a estação da linha Larmanjat. Tinha quatro motores a vapor-Farcott-Corlisse-da força de 50 H. P. e quatro caldeiras tubulares-Tem-Prvinck. O empreiteiro da construção foi o engenheiro Fernando Augusto Kuckenbuck de Figueiredo. Cada carro comportava 24 passageiros. Este elevador foi desactivado quando começaram a funcionar os carros eléctricos em São Sebastião da Pedreira.

Bibliografia:
ALVES, Maria Amélia Lemos - Lisboa dos Elevadores.  Lisboa : Câmara Municipal de Lisboa, 2002.
CALLIXTO, Vasco - As rodas da capital. História dos meios de transporte da cidade de Lisboa. Lisboa : Junta Distrital de Lisboa, 1967.
Elevador e eléctrico de São Sebastião. São Sebastião. Boletim informativo de São Sebastião da Pedreira. S. II, n.º 11 (Out. /Dez. 2003) p. 9.
ESTRELA, Edite - Lisboa - A cidade dos Elevadores. Lisboa: Companhia Carris de ferro de Lisboa, 1986.
FREIRE, João Paulo – Lisboa do meu tempo e do passado. Do Rossio à Rotunda. Lisboa, 1932, cap. IX, p. 61-62.
GOMES, Cristina Ferreira – Eléctricos de Lisboa. Sobre aventuras carris. Lisboa: Gradiva, 1994. ISBN 972-662-379-0.
LAGRANGE, José – Os desaparecidos ascensores e elevadores de Lisboa. Lisboa Carris. S. II, Ano II, n.º 7 (Jan. /Mar. 1996). ISSN 870-676X.


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