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Armazéns Grandella
Rua do Carmo, Judah Benoliel, 1957, Arquivo Municipal de Lisboa, AFML–A26350 (Clique para ampliar)
Rua do Carmo, Judah Benoliel, 1957, Arquivo Municipal de Lisboa, AFML–A26350 (Clique para ampliar)

Localização
Rua do Carmo, Rua do Ouro
Freguesia: São Nicolau

Autoria
Arquitecto George Demay; Engenheiro Ângelo de Sarrea Prado; Empreiteiro João Pedro dos Santos

Data
Abril de 1907

Desde 1879 até à inauguração dos magníficos Armazéns Grandella, Francisco de Almeida Grandella explorou várias lojas de comércio.

Em 1903, adquiriu um prédio na Rua do Carmo, cujas traseiras ligavam com o edifício da Rua do Ouro e, mandou-o demolir, mantendo somente os alicerces. A construção do novo edifício e o nivelamento das duas ruas obrigaram à escavação de mais 4 pisos abaixo do solo.

Armazéns Grandella – lado da Rua do Ouro, 1907, Barbosa Leite, Revista A Cidade e os Campos, nº 10 de Abril de 1907, Ano I, número comemorativo da inauguração dos Armazéns Grandella (Clique para ampliar)
Armazéns Grandella – lado da Rua do Ouro, 1907, Barbosa Leite, Revista A Cidade e os Campos, nº 10 de Abril de 1907, Ano I, número comemorativo da inauguração dos Armazéns Grandella (Clique para ampliar)

O novo edifício de duas fachadas era constituído por 11 andares a partir da Rua do Ouro e, 6 pisos a contar da entrada da Rua do Carmo, com uma estrutura de ferro fundido, seguindo o gosto da “Art Nouveau”.

Os andares estavam ligados por uma escada particular com entrada na Rua do Carmo, uma escada de serviço que vinha do subsolo da Rua do Ouro até ao 6º andar da Rua do Carmo, uma outra escada nobre erguia-se da loja da Rua do Ouro para terminar no 3º andar da Rua do Carmo. Além destas escadas, muitas outras faziam a ligação do edifico entre si. Rematando o conjunto, um elegantíssimo elevador eléctrico, destinado aos clientes, que ligava todos os pisos.

A fachada da Rua do Carmo, andar nobre da casa, era composto por um monumental relógio, onde duas figuras de ferreiros batiam as horas, encimando dois baixos-relevos representando as figuras míticas da Verdade e do Comércio.

Nas colunas entre as portas, foram esculpidos na cantaria medalhões com o lema da casa “sempre por bom caminho e segue”.

A destruição do edifício aconteceu a 25 de Agosto de 1988, quando ardeu por completo.

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Bibliografia
SILVA, Joaquim Palminha – Armazéns Grandella: como nasceram e o que foram. História. Lisboa. nº 112 (1988) p.4 – 27
LISBOA, Câmara Municipal – Grandella: o grande homem. 2ª Edição. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa, 2001. 114 [2] p.


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