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Marquês de Pombal (Praça )
Monumento ao Marquês de Pombal, Andres Lejona, 2002, B097073 - AFML
Monumento ao Marquês de Pombal, Andres Lejona, 2002, B097073 - AFML

Praça Marquês de Pombal

A praça Marquês de Pombal, vulgarmente denominada Rotunda do Marquês, é o eixo de irradiação das avenidas da Liberdade, duque de Loulé, Fontes Pereira de Melo, e das ruas Joaquim António de Aguiar e Braamcamp.

Ideia de erguer um monumento ao estadista e reedificador de Lisboa tem a sua expressão pública em 1882, ano em que o Parlamento autorizou o Estado a ceder o bronze necessário. No entanto, a agitação política impediu o andamento do projecto que só é retomado em 1913 com abertura de concurso público, sendo escolhido o projecto assinado por Adães Bermudes, António Couto e Francisco Santos.
A primeira pedra do monumento foi colocada duas vezes, em 15 de Agosto de 1917 e em 13 de Maio de 1926.
Após vários outros percalços, a grande estátua foi assente sobre o alto do fuste em 2 de Dezembro de 1933 e inaugurada em 13 de Maio de 1934.
O monumento:
Pedestal: a figura de mulher, de cinco metros de altura e esculpida em dois blocos de pedra que pesam 17.250 quilos, representa “Lisboa reedificada”; sob o plinto a proa de uma nau simboliza a libertação da marinha mercante; em baixo dos lados representa-se o Terramoto através das esculturas de Plutão e Posseídon; os grupos escultóricos laterais simbolizam a agricultura, a indústria e a pesca. A figura de Minerva, em bronze, sentada diante do pórtico da “Universitas Conimbricensis”, é uma alegoria objectiva à reforma da Universidade de Coimbra. No fuste legendas exaltam o estadista e reformador. O capitel ostenta quatro medalhões onde figuram os principais colaboradores do Marquês de Pombal: Machado de Castro, D. Luís da Cunha, Eugénio dos Santos, Manuel da Maia, Ribeiro Sanches, Luís Verney, Serra da Silva e Conde Lippe. No alto o Marquês, de corpo inteiro, assenta o braço sobre o dorso de um leão, símbolo de serenidade e força, este grupo escultórico mede 36 metros. A estatuária é da autoria de Leopoldo de Almeida e Simões de Almeida.
Freguesia: Coração de Jesus
Bibliografia
TOSTÕES, Ana, Monsanto, Parques Eduardo VII, Campo Grande: Keil do Amaral, arquitecto dos espaços verdes de Lisboa, Lisboa, Salamandra, D.L., 1992, p. 69.
ARAÚJO, Norberto de, Peregrinações em Lisboa, XIV volume, Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, 1992-1993, p. 43.

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