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Camões (Biblioteca Municipal )
Palácio Valada-Azambuja, Início do séc. XX, Alberto Carlos Lima, Arquivo Fotográfico Municipal, AFML - A14450 (Clique para ampliar)
Palácio Valada-Azambuja, Início do séc. XX, Alberto Carlos Lima, Arquivo Fotográfico Municipal, AFML - A14450 (Clique para ampliar)

Localização
Largo do Calhariz, n.º 17 – 1.º

Data
6 de Outubro de 1981

O actual edifício do Palácio Valada-Azambuja foi reconstruído após o terramoto. Muito adulterado, na sua fachada, pelas beneficiações que sofreu no decurso do século XIX e, principalmente, pelas modificações nele introduzidas por obras realizadas em 1925 e 1936, onde o proprietário mandou encurtar o átrio nobre para abrir estabelecimentos comerciais, colocando nas paredes belos panos de azulejos, foi nesta época construída uma sala onde antes ficava o Jardim Inverno.

O palácio foi vendido, em 1867, pelos descendentes dos antigos proprietários ao conselheiro Francisco José da Silva Torres que o deixou a uma enteada, casada com o conde de Azambuja, donde a designação porque é conhecida aquela casa. Em 1922, D. José de Melo, da família Azambuja, vendeu o edifício ao comerciante e antiquário Manuel Henriques de Carvalho, a cujos herdeiros hoje pertence.

Biblioteca Municipal de Camões no palácio Valada-Azambuja, 2002, Andres Lejona, Arquivo Fotográfico Municipal, AFML - B097101 (Clique para ampliar)
Biblioteca Municipal de Camões no palácio Valada-Azambuja, 2002, Andres Lejona, Arquivo Fotográfico Municipal, AFML - B097101 (Clique para ampliar)

Interiormente apenas há a notar, no átrio, dois altos silhares de azulejos da primeira metade do século XVIII, aí colocados pelo seu proprietário, Manuel Henriques de Carvalho, quando das obras realizadas em 1925, e que os trouxera de um palácio de Almada.

A utilização do imóvel como equipamento cultural da Câmara Municipal de Lisboa acontece com a instalação da Biblioteca Pública para Cegos. Este serviço, que inaugurara a sua primeira biblioteca (pioneira em Portugal), no Jardim Guerra Junqueiro (ou Jardim da Estrela), em 14 de Junho de 1963, mercê da oferta de cerca de quatro dezenas de publicações em Braille, feita pela Embaixada do Brasil em Portugal, instalou-se no palácio Valada-Azambuja em Outubro de 1973, depois de ter passado pela Biblioteca de Belém.

O equipamento toma o nome de Biblioteca Municipal Camões em 6 de Outubro de 1981, data em que foi inaugurada para servir simultaneamente pessoas cegas e normovisuais, numa perspectiva de integração cultural dos deficientes.

Em 8 de Junho 1994, foi inaugurado o Gabinete de Referência Cultural na sobreloja do palácio Valada-Azambuja, criando as condições para a Biblioteca Municipal Camões alargar o seu espaço aos utilizadores. Dessa forma, em 2000, iniciaram-se as obras em todos os espaços, e aumentou-se significativamente o acervo generalista com obras provenientes da Biblioteca Popular. 

Ao longo das paredes desta sala, exibem-se fotografias de Poetas portugueses, fotografados por Maria José Palla, exposição “Retratos de Poetas”, realizada na Biblioteca Municipal Camões, em 1999.


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